Sempre que se vê os fatos ocorridos ao longo dos dias percebe-se de quão egoistas as pessoas se tornaram através dos anos...
Lembro-me que a bem pouco tempo atras nós nos dava-mos o "luxo" de a noitinha ficar a porta de casa brincando das mais inumeras coisas de criança... Pega-pega, "Barrinha", Barra-bandeira, Chuta-lata. Atire a primeira pedra aquele que nunca desmembrou(ou tentou) seu G.I Joe do comandos em ação, e também juntou(quando mainha deixava,é claro) uma galera na frente da tv esperando um episodio do Juba & Lula , Ra- Tim -Bum ou mesmo que sozinho fazia pistas na areia p'ra fazer circuito de bolinhas de gude.
(...)Sei que assim falando pensas
Que esse desespero é moda em 73
Mas ando mesmo descontente
Desesperadamente eu grito em português
Tenho 25 anos de sonho e de sangue
E de América do Sul
Por força desse destino
O tango argentino me vai bem melhor que o blues (...)
E como já dizia Cazuza " O tempo não para" e as vezes me pego a pensar será que essa mudança contínua vai quebrar mais e mais o paradigma das relações humanas?
Medo do novo todos temos mas nem sempre o novo é bom ou serve.
Pensamentos Literais
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
O velho e o moço
Composição: Rodrigo Amarante
Deixo tudo assim
Não me importo em ver a idade em mim,
Ouço o que convém
Eu gosto é do gasto.
Sei do incômodo e ela tem razão
Quando vem dizer, que eu preciso sim
De todo o cuidado
E se eu fosse o primeiro a voltar
Pra mudar o que eu fiz,
Quem então agora eu seria?
Ahh, tanto faz
Que o que não foi não é
Eu sei que ainda vou voltar...
Mas eu quem será?
Deixo tudo assim,
Não me acanho em ver
Vaidade em mim
Eu digo o que condiz.
Eu gosto é do estrago.
Sei do escândalo
E eles têm razão
Ahhh
Ora, se não sou eu
Quem mais vai decidir
O que é bom pra mim?
Dispenso a previsão!
Ah, se o que eu sou
É também o que eu escolhi ser
Aceito a condição
Vou levando assim
Que o acaso é amigo
Do meu coração
Quando fala comigo,
Quando eu sei ouvir...
Hoje acordei olhando o tempo vendo as coisas empoeiradas em meu quarto, e fui tomado por uma nostalgia desmedida, acho que seja porque estou ficando velho e por isso mais sensível... Lembrei-me hoje quando quis o quarto p'ra mim, ter minha liberdade.
Meus valores não mudaram apenas são sustentados por convicção.
Escrevo frases, palavras e parágrafos soltos tentando resgatar em mim a chama de outrora.
Triste por hoje ... mas esperançoso com o que há de vir.
Deixo tudo assim
Não me importo em ver a idade em mim,
Ouço o que convém
Eu gosto é do gasto.
Sei do incômodo e ela tem razão
Quando vem dizer, que eu preciso sim
De todo o cuidado
E se eu fosse o primeiro a voltar
Pra mudar o que eu fiz,
Quem então agora eu seria?
Ahh, tanto faz
Que o que não foi não é
Eu sei que ainda vou voltar...
Mas eu quem será?
Deixo tudo assim,
Não me acanho em ver
Vaidade em mim
Eu digo o que condiz.
Eu gosto é do estrago.
Sei do escândalo
E eles têm razão
Quando vêm dizer
Que eu não sei medir
Nem tempo e nem medo
E se eu for
O primeiro a prever
E poder desistir
Do que for dar errado?
Ora, se não sou eu
Quem mais vai decidir
O que é bom pra mim?
Dispenso a previsão!
Ah, se o que eu sou
É também o que eu escolhi ser
Aceito a condição
Vou levando assim
Que o acaso é amigo
Do meu coração
Quando fala comigo,
Quando eu sei ouvir...
Hoje acordei olhando o tempo vendo as coisas empoeiradas em meu quarto, e fui tomado por uma nostalgia desmedida, acho que seja porque estou ficando velho e por isso mais sensível... Lembrei-me hoje quando quis o quarto p'ra mim, ter minha liberdade.
Meus valores não mudaram apenas são sustentados por convicção.
Escrevo frases, palavras e parágrafos soltos tentando resgatar em mim a chama de outrora.
Triste por hoje ... mas esperançoso com o que há de vir.
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